Prost solta o verbo: "McLaren amava o Senna. E eu, me…"

Prost solta o verbo: "McLaren amava o Senna. E eu, me…"

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Prost, Ron Dennis e Senna: era só alegria


 
Ah careta, você é bobo é? Quem acha que esta noticia é uma bomba é burro! Numa longa e cansativa ao canal pago Sky, que contou historinhas de sua carreira na Fórmula 1, contou da sua relação nada legal com o tricampeão mundial Ayrton Senna. Prost contou que foi um dos responsáveis pela contratação de Senna – será que é verdade do narigudo????? –  quando o team britânico almejava outro brasileiro: o azedo Nelson Piquet!
 
Prost e Piquet juntos? Balela!

Prost e Piquet juntos? Balela!


“Em novembro de 88 conversei com o presidente da Honda, num jantar e sugeri a contratação do Senna. Ele me disse que sabia disso e que uma nova geração de engenheiros gostava muito dele e que tinha um baita potencial.”, contou Prost. But, no ano seguinte, as palavras do narigudo francês mudaram da água pro vinho: soltou o verbo e disse que sentia que Ayrton estava sendo favorecido o que resultou num  “um absoluto desastre” no relacionamento entre os dois.
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Prost: é tudo pra você, Ayrton?


“Lembro-me que quando chegavam os motores havia sempre alguns escondidos só para o Ayrton. Eu perguntava: o que é isto? Os motores são iguais ou os dele são melhores? Poderia não ser nada, mas havia sempre a desconfiança. Todos querem tratamento igual”, resmungou.
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Será que somos amiguinhos?


Para o francês tudo piorou quando decidiu deixar a McLareni, ainda no decorrer da temporada de 1989. Prost garante que anunciou sua saída sem ter acordo com qualquer equipe, mas, pouco depois, anunciou que havia assinado com a Ferrari. “Aí o leite azedou pra valer! Depois disso a relação com a McLaren ficou ainda mais difícil. Na etapa de Monza foi terrível. Eu tinha o meu carro e apenas quatro mecânicos trabalhando no meu carro,  enquanto com o Ayrton contava com 40 e dois carros. Foi difícil aceitar”, admite.
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Prost e Senna: o primeiro acidente


Ainda assim, Prost l evou ao título nesse ano, depois de uma manobra polêmica no Grande Prémio do Japão. O francês diz que, apesar de ter sido campeão, ficou decepcionado porque não venceu a corrida. “Poderia ter ganho facilmente aquele GP”, explicou. E ainda disse que não é verdade da tal queixa a FIA – Porost contava com o apoio do então presidente mau caráter da FIA o também francês Jean Marie Balestre –  de Ayrton Senna que, após o acidente, quando o brasileiro voltou à pista e acabou a corrida com um resultado que era suficiente para ser ele o campeão do mundo. Para Prost toda essa ideia foi inventada e colocada na cabeça de Senna.
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Prost: o querido de Balestre


“Quando se vive uma briga como esta, há muita gente falando coisas sem nexo na nossa cabeça. Comigo acontecia pouco, porque eu tinha poucas pessoas ao meu lado. Com o Ayrton era bem diferente: ele estava sempre rodeado por muita gente. Ele era extremamente forte em alguns aspetos, mas muito fraco no que diz respeito a ser influenciado pelo que as pessoas diziam”, critica.
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Prost e Senna: mais um acidente


Prost, que em 1993, ano conquistou o tetracampeonato correndo na então imbatível Williams, voltou a falar com Ayrton Senna conta que nunca falaram do que aconteceu no Japão em 1989 e 1990. “Nunca tocamos nesse ponto e falamos sobre muitas coisas”, revela Prost. Ano seguinte, quando da trágica morte de Senna, Prost ficou com cara de bundão! Por que será hein narigudo?
Prost: bateu a culpa!

Prost: bateu a culpa!

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