Ford faz recall dos caminhões Cargo 816 e 1119

Ford faz recall dos caminhões Cargo 816 e 1119

FORDCARGO
O problema ocorre nas cintas de fixação do reservatório de combustível dos veículos.
A Ford convocou nesta quarta-feira (22/01) os proprietários dos caminhões Cargo 816 e 1119, modelo 2014, produzidos de 8 de junho de 2013 até 10 de janeiro de 2014, com finais de chassis abaixo identificados, a comparecerem a um distribuidor autorizado para a substituição das cintas de fixação do reservatório de combustível. Confira a identificação dos chassis:
Cargo 816 de EBS50610 até EBS59912
Cargo 1119 de EBS42873 até EBS61071
Em um comunicado oficial, a empresa informa ter constatado possibilidade de soltura das cintas mencionadas e consequente desprendimento do reservatório. Em decorrência deste defeito, haverá a parada do motor e eventual vazamento de combustível, com risco de incêndio e acidentes graves e fatais, com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e terceiros.
Para mais informações e agendamento, a empresa disponibiliza o telefone 0800 703 3673 e o site www.ford.com.br.
Caminhão da MAN reduz em até 25% o consumo de combustível na coleta de lixo no Rio de Janeiro
VW
Com tecnologia similar a da Fórmula 1, Constellation 17.280 6×2 híbrido evita a emissão de mais de 20 toneladas de CO2 por ano.
Um caminhão “verde”. Isto foi comprovado pelos testes realizados na Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) com o caminhão Volkswagen híbrido hidráulico na coleta de lixo da cidade do Rio de Janeiro: registrou-se uma redução de até 25% no consumo de combustível. Seria o equivalente ao veículo rodar, no período de um mês, sete dias sem gastar uma gota de diesel ou emitir gases nocivos.
Na aplicação de coleta de lixo, isso permitiu uma economia de cerca de 745 litros de diesel por mês, em dois turnos de operação. Em termos financeiros, a Comlurb deixou de gastar aproximadamente R$ 1,5 mil, em um mês, apenas com o abastecimento de combustível desse único veículo. Ambientalmente, a vantagem também é significativa. A tecnologia híbrida hidráulica aplicada no caminhão Volkswagen evitou a emissão de quase 2 toneladas de CO2 durante cada mês do teste. Em um ano, chegaria a 23,5 toneladas.
Os resultados são tão significativos que já despertam o interesse da Comlurb para a aquisição de novos veículos Volkswagen com a tecnologia. Se considerada toda a frota da empresa de limpeza urbana, que hoje conta com aproximadamente 700 caminhões, esse benefício ao meio ambiente poderia chegar a uma redução de quase 16.450 toneladas de CO2 na atmosfera carioca por ano.
Tecnologia híbrida
O sistema adotado no protótipo VW Constellation 17.280 6×2 Híbrido traz para os caminhões brasileiros o mesmo conceito de recuperação da energia cinética (KERS) utilizado nos carros da Fórmula 1. O sistema armazena em acumuladores hidráulicos a energia coletada durante a frenagem, usando-a posteriormente na partida. A partir do consumo menor de combustível, o caminhão híbrido ajuda a reduzir os níveis de emissão dos principais poluentes veiculares causadores do efeito estufa, como gás carbônico, e os que contribuem para degradação da qualidade do ar como, material particulado, óxido de nitrogênio, entre outros.
Essa tecnologia é apropriada para operações como a da Comlurb, em que o veículo está submetido a um ciclo intensivo “anda e para”. O grande diferencial do híbrido da MAN Latin America em relação aos modelos que existem mundo afora está no dispositivo de armazenagem de energia utilizado nesse veículo. Os outros sistemas utilizam baterias ou ultracapacitores, mas a empresa optou pelos acumuladores hidráulicos pela maior adequação à realidade brasileira.
Os testes na Comlurb
O teste teve duração de três meses, com o veículo rodando em diferentes condições de tráfego e vias. O veículo cumpriu rotas nos arredores do Estádio do Maracanã, na Zona Sul, e favelas como a da Rocinha e do Vidigal para coletar lixo. Em média, o veículo percorreu cerca de 160 quilômetros nos dois turnos que operou a cada dia do teste. Submetido a avaliações periódicas de sua performance e consumo, o caminhão Volkswagen híbrido hidráulico operou em condições severas de aplicação na Comlurb para que se pudesse comprovar a robustez e a eficiência de seu sistema.
Mercedes-Benz é líder de vendas de veículos comerciais em 2013
Mercedes
Fabricante emplacou mais de 36.000 caminhões no ano passado, volume 9% maior em relação ao ano anterior.
A Mercedes-Benz foi a marca que teve o maior número de caminhões vendidos no Brasil, no último mês de dezembro, alcançando 3.581 unidades (segmento acima de 6 toneladas). Com isso, conquistou novamente a liderança do setor, com 25,6% de participação de mercado, repetindo o excelente desempenho comercial do mês de novembro, quando também foi líder do segmento.
Ao longo de 2013, foram emplacados 36.826 caminhões Mercedes-Benz no País, volume 9% maior em relação ao ano anterior, quando foram vendidos 33.786 unidades no mercado interno.
“A dobradinha novembro e dezembro na liderança do setor de caminhões nos deixa muito satisfeitos e, principalmente, motivados para seguir na disputa por maior participação num mercado cada vez mais concorrido”, afirma Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para América Latina.
De acordo com Schiemer, para enfrentar a acirrada competição do setor de caminhões, a Mercedes-Benz do Brasil vem trabalhando com foco em maior eficiência e agilidade: “Queremos ser cada vez mais competitivos, visando, acima de tudo, a satisfação permanente dos nossos clientes”.
Além de seus caminhões, a Mercedes-Benz confirma seu êxito também no segmento de utilitários leves, com crescimento de 67% nas vendas de Sprinter em 2013. Ao longo do ano passado, foram emplacadas 9.707 unidades, elevando a participação de mercado da marca nesse segmento em 6 pontos percentuais – um salto de 14,9% em 2012 para 20,9% em 2013. Foram emplacadas 3.998 vans Sprinter em 2013, crescimento de 50% em relação ao ano anterior (elevando para 26,2% a participação de mercado); 3.402 furgões, crescimento de 67% (16,1%); e 2.307 chassis, crescimento de 108% (22,9%).

Mauro Cassane/MM Editorial

 
 

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