NGK ajuda motorista a economizar combustível

NGK ajuda motorista a economizar combustível

Familia NGK
Mesmo sem anúncio oficial sobre reajuste, o preço médio do litro de gasolina atingiu ou ultrapassou os R$ 3,00 em 12, das 27 capitais brasileiras, segundo pesquisas da Agência Nacional de Petróleo (ANP).  A NGK, maior fabricante e especialista em velas e cabos de ignição no mundo, lembra que uma manutenção correta nas velas, cabos de ignição e em outros componentes, como o sensor de oxigênio, pode auxiliar na economia de combustível e minimizar os efeitos das constantes variações nos valores do etanol e da gasolina.
Entre os itens que merecem mais atenção, a vela de ignição exerce papel fundamental no consumo. A peça é responsável por garantir que todo o combustível seja queimado, sem resultar em desperdício.
O funcionamento irregular da vela de ignição, que muitas vezes é causado pelo desgaste do componente, não é claramente perceptível ao dono do veículo. Esta situação, porém, afeta diretamente o consumo de combustível e provoca aumento dos níveis de emissões de gases poluentes. Por isso, a NGK reitera a importância de uma revisão periódica, já que essas distorções no desempenho do veículo só passam a ser identificadas posteriormente, quando o motorista verifica dificuldades na partida e falhas durante retomadas. Na maioria das vezes, quando o problema começa a ser notado, é sinal de que a falha está ocorrendo há algum tempo, podendo ocasionar danos mais sérios também a outros componentes.
O uso de velas demasiadamente desgastadas pode comprometer os cabos de ignição, sondas lambdas, rotor, distribuidor e bobina/transformador. A NGK recomenda que as velas sejam verificadas a cada 10.000 km ou anualmente, aquilo que ocorrer primeiro.
O sensor de oxigênio, também conhecido como sonda lambda e comercializado com a marca NTK, é responsável pela análise da condição da queima de combustível, sendo imprescindível no controle de emissão de poluentes e no consumo.
A peça compara a concentração de oxigênio nos gases do motor com o ar ambiente, possibilitando o ajuste da quantidade de combustível injetado na câmara de combustão. Este acerto ideal da quantidade de combustível injetado na câmara de combustão promove a melhor relação entre desempenho, consumo e emissões. Além disso, a sonda com funcionamento irregular pode acelerar a deterioração de outras peças, como o catalisador.
Os cabos de ignição, responsáveis por conduzir a alta tensão produzida pela bobina (transformador) até as velas, sem permitir fuga de corrente, igualmente necessitam de checagem periódica, que deve ser realizada a cada 60.000 quilômetros ou três anos.
 

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