Teatro: “Cada um tem o Anjo que Merece”, as trapalhadas amorosas de um anjo

Teatro: “Cada um tem o Anjo que Merece”, as trapalhadas amorosas de um anjo

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A comédia “Cada um tem o Anjo que Merece” estreia no dia 8 de agosto e fica em cartaz até 27 de setembro, com apresentações sextas e sábados às 20h e domingos às 19h.
Oswaldo e Quitéria formam um casal que vive uma relação de amor e ódio, se desentendendo e brigando a todo o momento, por qualquer motivo. No céu, Deus parece não se agradar com a situação e decide ajudar. Em “Cada um tem o Anjo que Merece”, Eduardo Martini, Alessandro Ramos e Marcia Manfredini farão o riso correr solto no Teatro Folha com as trapalhadas de um anjo muito diferente.
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Escrita por Pedro Fabrini e dirigida por Eduardo Martini, a peça é uma deliciosa comédia de erros no melhor estilo vaudeville, desenvolvida com muito humor pelo trio de atores. “O anjo vai, de uma forma muito confusa e atrapalhada, tentando reunir o casal, mas acaba percebendo que sua função é dar voz à intuição do que cada um sente em relação a esse amor”, afirma Martini.
Acreditando que o casal merece uma atenção especial para ajudar a refazer a relação tão desgastada, a “ajuda” vem em forma de intervenção divina: um anjo é enviado com a missão de recuperar o amor que existe entre eles. Porém, um tanto atrapalhado, o anjo acaba entrando em várias confusões, sendo confundido com o vizinho e até mesmo com um bandido.
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Depois de muitas peripécias para conseguir provar ao casal sua identidade como um enviado de Deus, o anjo cria situações inusitadas e tenta fazer aflorar o sentimento de amor que ainda existe entre o casal. “É um relacionamento que está em colapso. Com 20 anos de casados, Oswaldo e Quitéria já não se suportam mais. Deus envia o anjinho com a difícil missão de reconciliá-los, se falhar, voltará à terra reencarnado como mulher fruta”, conta a atriz Marcia Manfredini, que interpreta Quitéria, a esposa neurótica e barraqueira.
Oswaldo é o estereótipo exagerado de um marido: bronco, não dá a mínima para a esposa e acaba escorregando quando o assunto é romance ou delicadezas. “Na relação maluca do casal, o Oswaldo se vale de um suspiro de carinho quando chama a mulher de ‘Quiqui’, mas o tiro acaba saindo sempre pela culatra”, diz Alessandro Ramos, que dará vida ao rude e desajeitado esposo.
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“Desesperado com a situação, o anjo tentará de todas as formas fazer com que os dois resgatem o amor já esquecido”, conta Eduardo Martini, que vive o enviado dos céus. Ele adianta ainda que seu anjo, apesar de ser um iluminado de bom coração, se apavora com a possibilidade de reencarnar no corpo de uma mulher fruta e causa muitas confusões. “É um humor delicioso e muito lúdico, o Pedro Fabrini é genial e fez esse texto com muita leveza, sem deixar de ser engraçadíssimo”.


Ficha Técnica

Texto: Pedro Fabrini
Direção: Eduardo Martini
Elenco: Eduardo Martini, Marcia Manfredini e Alessandro Ramos
Figurinos e design Gráfico: Adriana Hitomi
Fotos: Erik Almeida
Concepção Geral: Eduardo Martini
Direção de Produção: Yara Leite
Administração: Adriana Amorim
Classificação: 12 anos
Duração: 70 minutos
 
SERVIÇO: Teatro Folha
Estreia: 8 de agosto
Temporada: 27 de setembro
Apresentações: sexta e sábado, às 20h
Ingressos: R$50 e R$30 às sextas-feiras; R$70 e R$50 aos sábados
*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.


 
 

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