Mercado de autopeças conta com novos pistões de aço

Mercado de autopeças conta com novos pistões de aço

pistão
 
Com a finalidade de atender as exigentes demandas dos motores de veículos comerciais atuais – em termos de quilometragem, vida útil e resistência -, os fabricantes já estão recorrendo a pistões de aço. A KS Kolbenschmidt GmbH é um fabricante que há vários anos produz pistões de aço em grande escala. E suas fábricas, localizadas na Alemanha, México e América do Norte, têm exportado uma grande variedade destes produtos para veículos rodoviários ou fora de estrada.
Ainda estão em desenvolvimento os pistões de 95 a 150 mm para 19 séries de veículos comerciais, nos quais a KS prioriza a redução de consumo de combustível. São dois modelos de pistão, o primeiro otimiza o processo de resfriamento (menor consumo de óleo de refrigeração) e o segundo tem uma altura geral mínima que. em conjunto com uma biela alongada, permite uma redução nas forças de atrito.
Além da confiabilidade, a economia de combustível é o que mais vem atraindo a atenção dos fabricantes de veículos comerciais. Tendo isto em mente, a KS está trabalhando na próxima geração de pistões de aço com base nos projetos comprovados KS Monoblock (peça única de aço) e Steelteks designs, que é um projeto de pistão em aço com objetivo de reduzir ao máximo o peso do pistão, chegando próximo ao peso de um pistão de alumínio.
Ambos garantem menor consumo de combustível. O pistão KS Monoblock utiliza, de forma eficiente, o óleo de arrefecimento fornecido pelo motor, enquanto a redução de combustível é alcançada por meio da melhoria na saída do motor. Já o Steelteks, mais curto e com uma biela alongada, garante forças reduzidas de fricção.
Atualmente a KS desenvolve sua quarta geração de pistões de aço Monoblock, que efetivamente reduz a temperatura. Este modelo tem, além da passagem externa normal, uma outra circular para o líquido de arrefecimento, que é preenchido com óleo por meio de um bocal firmemente fixado ao cárter. Sua alta eficiência de refrigeração, no futuro permitirá uma redução de volume no líquido de arrefecimento necessário que, por sua vez, permite a possibilidade da instalação de bombas de óleo de refrigeração menores para a redução do consumo de combustível.
 

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