ABEIFA: queda de 30,3% na venda de veículos importados, por enquanto, no ano

ABEIFA: queda de 30,3% na venda de veículos importados, por enquanto, no ano

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Entre janeiro e agosto deste ano, as 28 marcas associadas à ABEIFA (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) emplacaram 42.647 veículos importados, queda de 30,3% em comparação a igual período de 2014. No comparativo entre agosto de 2015 e agosto de 2014, a queda foi de 39,2% e, com relação a julho de 2015, houve retração de 15,9%.
Considerando os veículos produzidos no Brasil pelas associadas que iniciaram produção local, entre janeiro e agosto foram emplacadas 22.813 unidades. Somando os veículos importados e os produzidos no país nos oito primeiros meses de 2015, as associadas registraram crescimento de 4,4% no acumulado do ano, equiparando com 2014. “Lembramos que não há motivo para considerar esse crescimento como um sinal de reação. Como a produção local de algumas de nossas associadas começou a ser incluída nas estatísticas em 2015, a comparação com 2014 fica distorcida”, ressalta Marcel Visconde, presidente da entidade.
Em agosto desse ano, foram vendidos 5.704 automóveis e comerciais leves produzidos no Brasil pelas associadas que iniciaram fabricação local, crescimento de 7,6% no comparativo com julho. “Na crise, o consumidor fica ainda mais exigente no momento de decisão de compra do veículo zero e, historicamente, os lançamentos têm melhor desempenho”, comenta Marcel Visconde.
Para a ABEIFA, o fraco desempenho das associadas em 2015 ocorre pela constante queda da confiança do consumidor e pela oscilação do câmbio nos últimos meses. “O ano de 2015 tem sido um dos mais difíceis para o nosso segmento e o que mais nos preocupa é a falta de sinais de que o ambiente macro-econômico vá melhorar no médio prazo”, complementa Marcel Visconde.
“Em 2014, havíamos registrado queda de 16,9% na venda dos veículos importados nos primeiros oito meses do ano, no comparativo com 2013. A queda de 30% na venda dos importados em 2015, no comparativo com 2014, é extremamente preocupante e leva os importadores a rever suas estruturas e investimentos”, alerta o líder setorial.
 

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