Serviço: cuidados especiais e dúvidas sobre os veículos bicombustíveis

Serviço: cuidados especiais e dúvidas sobre os veículos bicombustíveis

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Os veículos bicombustíveis estão cada vez mais presentes nas ruas. O argumento principal para se ter um flex são as variações de preço de gasolina e álcool provocadas pela safra de cana e as oscilações no valor do petróleo. Mas muita gente não sabe direito quais as possibilidades desse uso combinado. É o que vamos esclarecer neste boletim.

O uso de apenas álcool pode causar corrosão?

O carro flex é equipado com componentes que aceitam ambos os combustíveis sem que haja qualquer tipo de problema de corrosão na bomba de combustível ou em outros sistemas por conta do uso do etanol – risco comum nas conversões amadoras de veículos.

Que proporções usar?

Não existe uma proporção ideal entre os dois combustíveis. O tanque tanto pode ser abastecido com um único combustível (etanol ou a gasolina) como com a mistura em proporções diferentes, conforme o desejo do usuário.

A recomendação é que, após uma troca de proporção muito acentuada de combustível ou troca completa, o usuário percorra alguns quilômetros (aproximadamente 5 km) para que o módulo do sistema de injeção eletrônica possa identificar as novas leituras feitas pelos sensores.

Com essas leituras, o sistema de injeção se adapta à nova mistura ou ao novo combustível abastecido, evitando dificuldades na partida – que, em muitos casos, é feita somente no dia seguinte (cliente chega do trabalho e só vai ligar o veículo no outro dia).

Para que serve aquele pequeno reservatório onde só se coloca gasolina?

Alguns veículos possuem um reservatório de partida a frio, que deve ser abastecido com gasolina. Essa gasolina é fundamental para facilitar e possibilitar a partida do motor, principalmente em dias frios, para os veículos abastecidos com etanol ou com uma mistura com grandes proporções de álcool.

Que combustível vale mais a pena em termos econômicos?

A escolha por etanol ou gasolina, na maioria das vezes, está ligada ao preço de cada combustível e ao rendimento que cada um oferece, levando em consideração o consumo em quilômetros por litro.

Para facilitar o cálculo de qual combustível vale mais a pena naquele momento, trabalhe sempre com a relação de reais gastos por quilômetro rodado (R$/km), montando uma pequena planilha com as proporções abastecidas de cada combustível até conseguir achar a mistura que mais dá certo com a sua economia.

 

 

 

 

 

 

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