Segurança: empresa de blindados espera crescimento de 25% em 2018 no Rio

Segurança: empresa de blindados espera crescimento de 25% em 2018 no Rio

MF4 Blindados ter alcançado um crescimento de 12% em unidades blindadas com referência

A sensação de insegurança e o crescimento da violência urbana trouxeram o aquecimento do mercado de blindados no Rio de Janeiro .  Isso explica o porquê, apesar da crise que atravessa o país, especialmente no ano de 2017 , a MF4 Blindados ter alcançado um crescimento de 12% em unidades blindadas com referência ao ano 2016, tendo como expectativa um crescimento próximo a 25% para o ano de 2018. “ Já iniciamos este contexto de crescimento.

É o reflexo da  busca por proteção em meio à  violência contemporânea, à violência urbana no Rio de Janeiro.   A blindagem de nível III-A, que é a máxima permitida pelo Exército para carros de passeio no Brasil e é  o nível de blindagem que a MF4 Blindados executa, resiste aos disparos de submetralhadoras (pistolas) 9mm e revólveres Magnum 44”, revela a diretora da MF4, Lucy Dobbin.

Segundo Lucy, hoje, em todas as capitais do país, a arma de fogo é o instrumento preferencial para dirimir conflitos e produzir a morte.  De acordo com o levantamento da Abrablin, Associação brasileira de blindagem, no ranking de blindagem o estado de São Paulo lidera, concentrando quase 74% da produção. Já o Rio de Janeiro ocupa a segunda posição, com 8,45% das blindagens nacionais.

E segundo esta mesma fonte, em 2017, os homens representaram 57% do total de usuários, sendo grande parte (40%) formada pela faixa etária de 50 a 59 anos. Já nas mulheres, que representam 43% do universo da blindagem automotiva, a maioria está na faixa que compreende entre 40 e 49 anos. Com relação à ocupação, 67% dos usuários de blindagem são executivos/empresários; 14% políticos; 9% juízes; 8% artistas/cantores; e 2% outras ocupações.

Os carros líderes de blindagem na MF4  em 2017 foram o  HRV ,  Compass , Outlander,  Landrover e Corolla . “Mas blindamos todos os carros e até carros menores têm sido objetos de blindagem”, ressalta a diretora.

 

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