A manutenção correta dos cabos de ignição

A manutenção correta dos cabos de ignição

Especialista explica a melhor forma de cuidar do componente, que leva a 
corrente elétrica de alta tensão da bobina até as velas de ignição

Uma dica importante: como você sabe, o sistema de ignição possui diversos componentes que trabalham para o correto funcionamento do motor e, entre eles, estão os cabos de ignição. A função do componente é conduzir a corrente elétrica da bobina até a vela de ignição, sem permitir fugas de corrente, para que seja convertida em uma centelha que dará início à reação de queima da mistura ar/combustível para a partida do carro.

“O cabo de ignição, muitas vezes, é esquecido na hora da manutenção, justamente por ser considerado apenas uma ligação entre a bobina e a vela. Porém, é tão importante no funcionamento do sistema quanto a própria vela”, afirma Fabio Pignatari, gerente de Produto e Desenvolvimento da Lucas.

Troca e manutenção

Existem diversos sinais que mostram que os cabos de ignição precisam ser trocados.  Abaixo, a Lucas aponta os principais indicadores que demonstram a necessidade de substituição de cabos e velas do seu carro:

• Dificuldade para dar a partida.
Falhas do motor em marcha lenta.
Perda de potência no motor em movimento.
• Aumento no consumo de combustível.
• Trancos no motor ao acelerar em ultrapassagens ou subidas.
• A quilometragem da última troca de cabos atinge 40 mil quilômetros.

É sempre indicado consultar um mecânico de confiança e fazer a troca, se necessário, para evitar gastos e problemas inesperados no futuro. Além disso, a qualidade da peça influencia no bom funcionamento do sistema.

“A linha de cabos de ignição Lucas possui capa em silicone, que suporta altas temperaturas, proporciona excelente isolamento e garante uma perfeita condutividade elétrica. O componente também conta com resistor, condutor em PF Epoxidado, para evitar a fuga da corrente, e jaquetas em EPDM, que suportam cargas de maior tensão e ainda facilitam a instalação, devido à flexibilidade do material”, finaliza Pignatari.

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