Instituto Combustível Legal lança canal “DENUNCIE”

Instituto Combustível Legal lança canal “DENUNCIE”

A nova seção está disponível no site do ICL e tem como papel ajudar o consumidor a identificar qual órgão competente deve buscar caso identifique estar sendo vítima de fraude no combustível

Instituto Combustível Legal (ICL), associação que atua no combate ao comércio irregular e fraudes do setor de combustíveis no Brasil, lança o canal ” Denuncie “. Uma seção especial que auxilia o consumidor a encontrar em sua região o órgão competente para cada tipo de denúncia que deseja realizar, caso tenha sido vítima de irregularidade fiscal/de produto ou propaganda enganosa ao abastecer seu veículo.

A seção “Denuncie” do ICL é uma ferramenta de abrangência nacional que direciona o consumidor aos órgãos responsáveis em fiscalizar cada tipo de denúncia recebida no setor de combustíveis. “Por intermédio do link dentro do site do ICL, o consumidor que se sentir lesado por fraudes já conhecidas como: qualidade ou quantidade no combustível, ter sido vítima de postos piratas e não recebeu a nota fiscal ao abastecer, flagrou descarte irregular ou vazamento de combustível ou presenciou roubo e furto de combustíveis, terá nesta seção, o apoio necessário para abrir sua denúncia de forma segura e eficiente”, diz Carlo Faccio, diretor do ICL.

Segundo Faccio, são denúncias simples como essas que ajudam os órgãos competentes a dar andamento em ações como a “De olho na bomba”, que deflagrou na última segunda-feira, (26) com ajuda dos Fiscais da Secretaria Estadual da Fazenda e a Polícia Civil, o fechamento de mais mil postos irregulares de todo estado de São Paulo. Os postos revendiam gasolina, álcool e diesel fora das normas da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e, mesmo fora das normas, já haviam sido lacrados e reabertos várias vezes.

“Mesmo com todos os esforços dos diversos canais de denúncias existentes para combater fraudes em postos de combustíveis, a colaboração da população é fundamental para que possamos desfrutar de um comércio saudável e leal”, diz Faccio.
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