O cuidado com a troca do fluido de câmbio é um item que não pode deixar de fora da manutenção do seu veículo. Por não haver um consenso entre as montadoras sobre a necessidade dessa substituição, o condutor deve ter cuidado redobrado na hora de fazer a manutenção deste item
Quem vai pegar a estrada no Carnaval precisa ficar atento à manutenção do carro. Um item que não pode deixar de fora dessa revisão é o cuidado com a troca do fluido de câmbio.
Por não haver um consenso entre as montadoras sobre a necessidade dessa substituição, o condutor deve ter cuidado redobrado na hora de fazer a manutenção deste item.
Para ajudar a esclarecer algumas dúvidas, a multinacional francesa especializada em lubrificantes e fluidos de alta tecnologia Motul, aponta os mitos e verdades em relação à conservação desses componentes.
Todos os fluidos de transmissão são iguais – Mito!
Existem fluidos específicos para diferentes veículos. Por isso é importante saber qual fluido é o recomendado. Para ajudar o motorista nessa rotina de manutenção, a Motul conta com um Guia de Aplicação.
Basta acessar o link, buscar marca, modelo e ano do veículo, e encontrar qual o lubrificante correto para a transmissão do carro.
A cor do fluido deve ser vermelha – Mito!
A coloração de um produto é apenas uma forma de identificação visual e não está relacionado ao desempenho técnico.
Fluído de transmissão é vitalício – Mito!
Esse é um dos maiores equívocos sobre o fluido de transmissão. A verdade é que, se não for trocado conforme as recomendações de oficinas especializadas, em um intervalo médio de 50.000 quilômetros ou três anos, o fluido pode se degradar e causar danos irreversíveis na transmissão.
A degradação é um processo inevitável para qualquer componente do automóvel, e o fluido da transmissão não é exceção. Por isso, a substituição periódica do fluido é importante para garantir uma performance eficiente e proporcionar maior conforto na condução do veículo.
“Em condições normais de uso, bem como em veículos que operam sob condições severas ou possuem histórico de degradação precoce do fluido, a troca antecipada é a opção mais segura. Isso ajuda a prevenir a queima das embreagens e o desgaste de solenóides, válvulas e do corpo de válvulas, evitando reparos dispendiosos e demorados”, reforça Danilo Silva, engenheiro de aplicação da Motul.


