O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina de 27% para 30% (E30) e de biodiesel no diesel de 14% para 15% (B15), com início em 1º de agosto.
A medida visa melhorar a autossuficiência energética, reduzir custos, fortalecer a produção de biocombustíveis, diminuir emissões e impulsionar a economia.
Testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia demonstraram que o E30 é viável tecnicamente e ambientalmente, sem impacto negativo no desempenho ou emissões.
Para os consumidores, a medida pode resultar em redução de preços de até R$ 0,20 por litro, levando a economia de cerca de R$ 1.800 anuais para motoristas de aplicativos, mas também pode diminuir a autonomia dos veículos, além de potencialmente causar desgaste em veículos mais antigos, importados ou não preparados para a maior concentração de etanol, especialmente durante as entressafras, quando o preço do etanol sobe.
GWM lança Haval de melhor custo-benefício

A GWM Brasil lançou a edição limitada do Haval H6 HEV One, com 2 mil unidades fabricadas para celebrar a liderança no segmento de híbridos e o recorde de vendas em maio de 2025.
Essa versão do híbrido H6 HEV2 oferece motor 1.5 turbo e elétrico que juntos entregam 243 cv e 54 kgfm, com elementos visuais exclusivos, melhorias na lista de equipamentos e acabamento diferenciado.
Por R$ 199 mil, apresenta um conjunto híbrido semelhante ao da versão HEV2, incluindo tecnologia e segurança avançadas, embora sem teto solar panorâmico ou abertura elétrica do porta-malas e é uma opção com bom custo-benefício.
A série celebra o recorde de 3.217 veículos emplacados em maio de 2025, maior resultado mensal desde o início das operações no Brasil em 2023, e reforça a liderança do Haval H6 híbrido, com mais de 10 mil unidades vendidas até maio de 2023.
Fastback muda um pouco para a linha 2026

A Fiat lançou o facelift do Fastback para a linha 2026 após quase três anos de mercado, apresentando melhorias no design, como uma nova dianteira com grade redesenhada, linhas mais retas e elementos verticais em acabamento preto brilhante, além de acrescentar novos conteúdos, principalmente opcionais, como o pacote Sunroof com teto panorâmico, faróis de neblina em led e iluminação no para-sol.
Algumas versões trazem melhorias internas e de tecnologia, como painel digital, sistema multimídia de até 10,1” compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além de assistentes de condução avançados.

A linha mantém as motorizações anteriores, com versões turboflex 1.0 e 1.3, além de híbridos com sistema auxiliar de 12V.
A versão esportiva Abarth recebeu destaque com motor atualizado, novo design, interior esportivo, rodas exclusivas e tecnologias de segurança aprimoradas. Os preços passaram por reajustes, com a versão de entrada mantendo o valor de R$ 119.990 e as demais versões apresentando aumento, chegando até R$ 177.990 na Abarth.
Segmento das duas rodas cresce e quer chegar a 2 milhões

O mercado de motocicletas no Brasil mostra resiliência e crescimento, impulsionado pela demanda por mobilidade acessível e setor de delivery, apesar de desafios macroeconômicos, climáticos e logísticos.
Entre janeiro e maio de 2025, houve um crescimento de 11,2% em relação ao mesmo período do ano passado, com previsão de alcançar 1,8 milhão de unidades produzidas no ano.
As motocicletas de média cilindrada (161 a 449 cm³) lideram o crescimento, com alta de 17%, apesar de representar apenas 19,1% do mercado, enquanto as de até 160 cm³ continuam dominando com 78,7%.
A Zona Franca de Manaus desempenha papel crítico na produção, oferecendo incentivos fiscais que subsidiam preços e fomentam empregos, com expectativa de produzir 2 milhões de unidades anuais até 2027, embora exija maiores investimentos para manter o crescimento.


