PBE Veicular 2015: 587 modelos têm eficiência avaliada pelo Inmetro

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A 7ª edição do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) 2015, de adesão voluntária, coordenado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) contempla a participação de 36 fabricantes. No total, este ano são 587 modelos/versões que poderão exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, a ENCE, afixada em seus vidros, representando um aumento de 18,4% frente ao último ciclo. A ENCE classifica os modelos quanto à eficiência energética na sua categoria e traz informações sobre a autonomia do veículo em km por litro de combustível na cidade e na estrada e sobre a emissão de gás efeito estufa (CO2) e gases poluentes. O consumo de combustível dos veículos subcompactos nota ‘A’ está 10% mais eficiente em relação ao ciclo 2014.
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A exemplo do que já ocorre para refrigeradores, aparelhos de ar condicionado, fogões e fornos a gás, televisores, lâmpadas e outros produtos, os veículos também são avaliados e recebem etiqueta com faixas coloridas de ‘A’ (mais eficiente) até ‘E’ (menos eficiente). É assim desde 2008, quando o PBEV teve início, com apenas cinco montadoras e 54 modelos inscritos. Já a emissão de gases é classificada por estrelas, variando de 1 estrela (menos eficiente) a 3 estrelas (mais eficiente), numa parceria do Inmetro com o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama.
“Portanto, o consumidor poderá visualizar na etiqueta todas estas informações e escolher não só o carro mais eficiente, mas também o menos poluente”, explicou Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade. “Cada vez mais modelos estão sendo incorporados voluntariamente ao Programa, o que revela a sua credibilidade. Hoje, os fabricantes colocam a etiqueta nos vidros de 80% dos veículos inscritos. Até 2017, esse número será de 100%”, complementa.
Para se ter uma ideia do que isso representa, um carro subcompacto classificado como “A”, que é um dos segmentos mais comercializados no Brasil, faz em média 14,9 km com um litro de gasolina na estrada e 12,2 na cidade, contra 10,9 km e 9,6 km respectivamente para um subcompacto classificado como ‘E’. Num percurso diário de 40 km, quem opta por um veículo classe ‘A’ pode ter uma economia superior a R$ 957,00 no período de um ano. Em cinco anos, o valor fica superior a R$ 4,8 mil, o que representa de 10% a 15% do valor do próprio veículo.
 

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